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Ernestina contra o vírus

 

A Covid-19 é uma infecção respiratória aguda causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, potencialmente grave, de elevada transmissibilidade e de distribuição global.

O SARS-CoV-2 é um betacoronavírus descoberto em amostras de lavado broncoalveolar obtidas de pacientes com pneumonia de causa desconhecida na cidade de Wuhan, província de Hubei, China, em dezembro de 2019. Pertence ao subgênero Sarbecovírus da família Coronaviridae e é o sétimo coronavírus conhecido a infectar seres humanos.

Os coronavírus são uma grande família de vírus comuns em muitas espécies diferentes de animais, incluindo o homem, camelos, gado, gatos e morcegos. Raramente os coronavírus de animais podem infectar pessoas e depois se espalhar entre seres humanos como já ocorreu com o MERS-CoV e o SARS-CoV-2. Até o momento, não foi definido o reservatório silvestre do SARS-CoV-2.

 

COMO É TRANSMITIDO?

O Vírus pode ser transmitido durante um aperto de mão (seguido do toque nos olhos, nariz ou boca), por meio da tosse, espirro e gotículas respiratórias contendo o vírus.

De acordo com as evidências mais atuais, o SARS-CoV-2, da mesma forma que outros vírus respiratórios, é transmitido principalmente por três modos: contato, gotículas ou por aerossol.

• A transmissão por contato é a transmissão da infecção por meio do contato direto com uma pessoa infectada (por exemplo, durante um aperto de mão seguido do toque nos olhos, nariz ou boca), ou com objetos e superfícies contaminados (fômites).
• A transmissão por gotículas é a transmissão da infecção por meio da exposição a gotículas respiratórias expelidas, contendo vírus, por uma pessoa infectada quando ela tosse ou espirra, principalmente quando ela se encontra a menos de 1 metro de distância da outra.
• A transmissão por aerossol é a transmissão da infecção por meio de gotículas respiratórias menores (aerossóis) contendo vírus e que podem permanecer suspensas no ar, serem levadas por distâncias maiores que 1 metro e por períodos mais longos (geralmente horas).

A epidemiologia do SARS-CoV-2 indica que a maioria das infecções se espalha por contato próximo (menos de 1 metro), principalmente por meio de gotículas respiratórias. Não há evidência de transmissão eficiente para pessoas em distâncias maiores ou que entram em um espaço horas depois que uma pessoa infectada esteve lá.

A transmissão por gotículas menores contendo o SARS-CoV-2 suspensas no ar na comunidade são incomuns, entretanto pode ocorrer em circunstâncias especiais quando uma pessoa infectada produz gotículas respiratórias por um período prolongado (maior que 30 minutos a várias horas) em um espaço fechado. Nessas situações, uma quantidade suficiente de vírus pode permanecer presente no espaço de forma a causar infecções em pessoas que estiverem a mais de 1 metro de distância ou que passaram por aquele espaço logo após a saída da pessoa infectada. Estas circunstâncias incluem:

• Espaços fechados dentro dos quais várias pessoas podem ter sido expostas a uma pessoa infectada ao mesmo tempo, ou logo após a saída da pessoa infectada deste espaço.
• Exposição prolongada a partículas respiratórias, muitas vezes geradas por esforço respiratório (gritar, cantar, fazer exercícios) que aumentam a concentração de gotículas respiratórias em suspensão.

Ventilação ou tratamento de ar inadequados que permitiram o acúmulo de pequenas gotículas e partículas respiratórias em suspensão. Alguns procedimentos médicos em vias aéreas também podem produzir aerossóis que são capazes de permanecer suspensas no ar por períodos mais longos. Quando tais procedimentos são realizados em pessoas com covid-19 em unidades de saúde, esses aerossóis podem conter o vírus, que poderão ser inalados por outras pessoas que não estejam utilizando equipamento de proteção individual (EPI) apropriado.

Período de incubação

O período de incubação é estimado entre 1 a 14 dias, com mediana de 5 a 6 dias.

Período de transmissibilidade

O conhecimento sobre a transmissão da covid-19 está sendo atualizado continuamente. A transmissão da doença pode ocorrer diretamente, pelo contato com pessoas infectadas, ou indiretamente, pelo contato com superfícies ou objetos utilizados pela pessoa infectada. Evidências atuais sugerem que a maioria das transmissões ocorre de pessoas sintomáticas para outras.

Também já é conhecido que muitos pacientes podem transmitir a doença durante o período de incubação, geralmente 48 horas antes do início dos sintomas. Estas pessoas estão infectadas e eliminando vírus, mas ainda não desenvolveram sintomas (transmissão pré-sintomática).

Há alguma evidência de que a disseminação a partir de portadores assintomáticos é possível, embora se pense que a transmissão seja maior quando as pessoas estão pré-sintomáticas ou sintomáticas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), indivíduos assintomáticos têm muito menos probabilidade de transmitir o vírus do que aqueles que desenvolvem sintomas.

Suscetibilidade e imunidade

A suscetibilidade é geral, por ser um novo vírus e de potencial pandêmico. Sobre a imunidade, ainda não se sabe por quanto tempo a infecção em humanos irá gerar imunidade contra novas infecções e se essa imunidade pode durar por toda a vida. Evidências atuais sugerem a possibilidade de reinfecção pelo vírus SARS-CoV-2. Entretanto, reinfecções são incomuns no período de 90 dias após a primo-infecção.

 

COMO SE PROTEGER?

Entre as medidas indicadas pelo Ministério da Saúde, estão as não farmacológicas, como distanciamento social, etiqueta respiratória e de higienização das mãos, uso de máscaras, limpeza e desinfeção de ambientes, isolamento de casos suspeitos e confirmados e quarentena dos contatos dos casos de covid-19, conforme orientações médicas.

Lavar as mãos

  • A lavagem frequente das mãos é a principal recomendação para se prevenir;
  • Higienizar as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos a cada vez;
  • Esfregar os espaços entre os dedos, o dorso da mão e cavidades (dobras dos dedos e unhas), onde as bactérias podem se alojar, sem esquecer do polegar;
  • Usar sabonete (apenas água é insuficiente para a higienização). Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool 70%;
  • Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

Evitar contato próximo com pessoas doentes

Ficar em casa quando estiver doente

Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo

Evitar tocar olhos, boca e nariz 

  • Contato com olhos, nariz ou boca permite que o vírus entre no corpo, gerando infecção. Essas regiões do corpo têm mucosas.

Cuidados em ambientes com aglomeração de pessoas

  • Em locais com grande concentração de pessoas (transporte público, por exemplo), é preciso tomar cuidados especiais
  • Preferencialmente, mantenha-se a pelo menos um metro de distância de pessoas que estiverem tossindo ou espirrando
  • Utilize máscara de proteção cobrindo boca e nariz
  • Se tiver de tossir ou espirrar, cubra o rosto com o braço dobrado (dobra do cotovelo). Isso evita que as secreções do corpo entrem em contato com superfícies ou com outras pessoas
  • As mesmas recomendações valem para qualquer local fechado, como o ambiente de trabalho

Álcool gel

  • O uso de álcool gel 70% é uma medida eficaz para higienização das mãos, segundo o Ministério da Saúde. No entanto, deve ser considerada uma segunda opção, somente para ocasiões em que não é possível lavar as mãos com água e sabão.

Máscaras

  • Segundo o Ministério da Saúde, pesquisas têm apontado que a utilização de máscaras impede a disseminação de gotículas expelidas do nariz ou da boca no ambiente, garantindo uma barreira física que vem auxiliando na mudança de comportamento da população e diminuição de casos. Nesse sentido, sugere-se que a população em geral utilize máscaras ao sair de casa, não só pessoas com sintomas gripais. A partir desse cenário, recomenda-se que a população possa produzir as suas próprias máscaras caseiras, utilizando tecidos.  O importante é que a máscara seja feita nas medidas corretas cobrindo totalmente a boca e o nariz e que esteja bem ajustada ao rosto, sem deixar espaços nas laterais.
  • Ao utilizar máscaras é necessário seguir as seguintes boas práticas de uso, remoção e descarte destes materiais:
    • manter a máscara ajustada no rosto durante todo o tempo de uso, sem frestas entre a máscara e o rosto;
    • higienizar as mãos – imediatamente e de forma adequada – antes de colocar a máscara, após remover a máscara, e durante seu o uso, sempre que a máscara for tocada com as mãos.
  • Tocar a máscara que se está usando com as mãos não higienizadas leva a contaminação deste equipamento; os micro-organismos presentes nas mãos ali permanecerão, de forma que mesmo que se higienize suas mãos, na próxima ocasião em que tocar a máscara as mãos serão contaminadas novamente.

Importante:  O uso de máscaras não dispensa as demais medidas de prevenção.

FONTE: Ministério da Saúde e Secretaria de Saúde do RS

 

BOLETIM DIÁRIO

Total de testes realizados
1123
Negativos
749
Positivos desde o início da pandemia
377
Curados (Recuperados)
368
Óbitos
09
Hospitalizados
00
Positivos ativos (em domicílio)
00
Monitorados (aguardando exame)
00

Atualizado pela última vez em 13/10/2021

INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE VACINAS APLICADAS

 

População Geral: 3.168 Doses Destinadas: 4669

 

Doses aplicadas no município:

1ª dose: 2.463 2ªdose: 1.646 Dose Única: 87
Doses Reforço: 37
Total aplicado: 4.169 Em residentes: 3.553 Em  não residentes: 616

Até o presente momento o percentual aplicado é de 89,3%.

 

População residente em todo estado
* aqui são considerados todos os residentes no município, que podem ter tomado suas doses em outro município do Estado.

1ª dose: 2.443 2ª dose: 1.625 Dose única: 93
% pop. pelo menos uma dose % pop. esquema vacinal completo
80,1% (2.443) 54,2% (1.625)

 

 

População estimada para vacinação do covid-19

Nas tabelas baixo estão indicados os grupos previstos para vacinação e a população já vacinada do Município de Ernestina segundo informação fornecida pelo Estado do Rio Grande do Sul.

 

Doses aplicadas no município de Ernestina por grupos vacináveis

 

Doses aplicadas por grupos prioritários
1ª dose 2ª dose
Grupos vacináveis Estimativa populacional Dose Única Total
Trabalhadores de Transporte ** 141 0 0 141
Puérpera ** 7 3 0 10
Forças de Segurança e Salvamento ** 7 7 0 14
Gestante ** 12 3 0 15
Pessoas com Deficiência 199 18 16 0 34
Pessoas de 70 a 74 anos 102 37 39 0 76
Trabalhadores da Educação 65 96 90 0 186
Trabalhadores de Saúde 81 99 96 0 195
Pessoas de 75 a 79 anos 96 88 90 0 178
Pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas ** 102 99 0 201
Pessoas de 80 anos ou mais 97 115 114 0 229
Pessoas de 65 a 69 anos 164 128 134 0 262
Inconsistente ** 412 19 0 431
Comorbidades ** 264 140 0 404
Pessoas de 18 a 59 anos 1178 642 40 85 767
Pessoas de 60 a 64 anos 218 214 280 2 496
TOTAL DE DOSES 3639
** Sem informações relevantes

Atualizado em: 28 de setembro de 2021.

Doses aplicadas no município de Ernestina por faixa etária

DescriçãoEstimativa1ª Dose2ª Dose / Dose únicaDose Reforço
Doses aplicadas no município de Ernestina por faixa etária
12 a 14
10150
Total4.95%0.00%0.00%
Doses aplicadas no município de Ernestina por faixa etária
15 a 17
11490
Total7.89%0.00%0.00%
Doses aplicadas no município de Ernestina por faixa etária
18 a 19
49188
Total36.73%16.33%0.00%
Doses aplicadas no município de Ernestina por faixa etária
20 a 29
27322353
Total81.68%19.41%0.00%
Doses aplicadas no município de Ernestina por faixa etária
30 a 39
287384122
Total133.80%42.51%0.00%
Doses aplicadas no município de Ernestina por faixa etária
40 a 49
269354155
Total131.60%57.62%0.00%
Doses aplicadas no município de Ernestina por faixa etária
50 a 59
300443178
Total147.67%59.33%0.00%
Doses aplicadas no município de Ernestina por faixa etária
60 a 64
218224201
Total102.75%92.20%0.00%
Doses aplicadas no município de Ernestina por faixa etária
65 a 69
164181182
Total110.37%110.98%0.00%
Doses aplicadas no município de Ernestina por faixa etária
70 a 74
102116117
Total113.73%114.71%0.00%
Doses aplicadas no município de Ernestina por faixa etária
75 a 79
969793
Total101.04%96.88%0.00%
Doses aplicadas no município de Ernestina por faixa etária
80+
97120120
Total123.71%123.71%0.00%

VACINÔMETRO POR GRUPOS PRIORITÁRIOS E FASES VIGENTES

Grupos PrioritáriosQuantitativo1ª Dose2ª Dose / Dose únicaDose Reforço
Pofissionais da Saúde18291918
Idosos 60+ e acamados1.430715715
Polícia Civil e Militar1477
Comorbidades556278278
Gestantes251411
Puérperas1275
Lactantes22
Profissionais da Educação1849292
Profissionais do Transporte284141141
Adolescentes com comorbidades556278278
Faixa etária 35 anos acima8888
Faixa etária 18 anos acima1.5721.093479
Faixa etária 17 anos acima2020
Adolescentes com Comorbidades acima de 12 anos3434
Faixa etária 15 anos acima8282
Total:5.0412.8542.1858

Atualizado pela última vez em 13/10/2021

INFORMAÇÕES PARA AGENDAR VACINAÇÃO

LOCAIS DE VACINAÇÃO

UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE
Rua Flávio Schimitt S/N Centro.
HORÁRIOS:
MANHÃ: 08:00 às 12:00
TARDE: 13:00 às 17:00
(54)3378-2148

Agendamento disponível para pessoas acima de 12 anos e grupos prioritários para primeira dose em 15/09/21

Necessário CARTÃO SUS e documento com foto.

VACINAS

  • CoronaVac
  • AstraZeneca/Oxford
  • Pfizer
  • JANSSEN (JOHNSON & JOHNSON)
  • A MELHOR VACINA

A vacina CoronaVac, desenvolvida pela empresa biofarmacêutica chinesa Sinovac Biotech e produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, em São Paulo, tem como expectativa a produção de cerca de 1 milhão de doses por dia. Essa vacina foi testada em mais de 12 mil voluntários entre 18 e 59 anos, não apresentou efeitos colaterais graves em nenhum deles e apenas 35% dos voluntários apresentaram algum tipo de reação adversa, porém todas elas classificadas como em grau leve, como dor local e febre baixa.

VOCÊ SABIA?

O Instituto Butantan é uma instituição pública responsável por produzir outras vacinas já presentes no nosso Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. Além da atual CoronaVac, em parceria com a SinoVac Biotech, ela também produz a vacina anual contra gripe, hepatite A, hepatite B, HPV, tríplice bacteriana e a vacina antirrábica.

COMO ESSA VACINA ATUA NO ORGANISMO?

A CoronaVac foi criada por meio de uma tecnologia molecular já muito utilizada em outros imunizantes. Assim como nas vacinas da gripe, poliomielite, hepatite e da meningite, ela é composta por vírus inativado, ou popularmente como “vírus morto”. As partes do novo coronavírus presentes na vacina são apenas aquelas que permitem o reconhecimento do vírus pelo nosso sistema imune e não pela sua parte responsável por causar a doença. Sendo assim, a produção do imunizante consiste em inativar o coronavírus, de maneira que fique incapaz de se multiplicar e transmitir a doença, pois torna-se incapaz de infectar as células humanas.

Assim que a vacina for aplicada, células de defesa do nosso organismo encontram e respondem a essas partes do coronavírus, dando início à produção de anticorpos. No entanto, esse processo demanda um certo tempo até que o organismo fique protegido contra o coronavírus. Além disso, outro aspecto fundamental é a necessidade da dose de reforço, que ajusta a quantidade de anticorpos àquela necessária para uma resposta eficiente contra uma possível infecção contra o coronavírus. Por isso, o esquema de vacinação é composto por duas doses , do mesmo laboratório, com intervalo entre 2 a 4 semanas entre as aplicações.

A vacinação está indicada somente às pessoas a partir de 18 anos e, após a aplicação de cada uma das doses da vacina deve-se evitar a doação de sangue por 2 dias (48 horas).

ATENÇÃO: mesmo com o esquema vacinal completo (2 doses) contra o coronavirus, deve-se manter os cuidados referentes à prevenção da doença.

Outros dados sobre essa vacina

A eficácia geral apresentada pelo Instituto Butantan para a CoronaVac nos testes brasileiros foi de 50,38%, o que pode parecer baixo em primeiro momento, mas que traz ótimos resultados quando detalhados: A VACINA MOSTROU-SE 100% EFICAZ NOS CASOS MODERADOS E GRAVES E 78% EFICAZ NOS CASOS LEVES DA COVID-19. OU SEJA, A APLICAÇÃO DA VACINA, QUANDO FEITA ADEQUADAMENTE EM DUAS DOSES, TEM GRANDE POTENCIAL DE REDUÇÃO DO NÚMERO DE INTERNAÇÕES PELA DOENÇA.

IMPORTANTE: os estudos demonstraram 100% de eficácia na redução dos casos moderados e graves da covid-19 apenas na população do estudo, mas não garante, necessariamente, uma eficácia de 100% em toda a população que receber a vacina. Por isso, quando uma pesquisa busca por voluntários ela objetiva simular uma amostra da população que represente sua totalidade. Apesar de não existir a garantia de uma efetividade de 100% da vacina, a eficácia de 100% nos estudos feitos em uma amostra populacional, quanto mais próxima da realidade (número, idade, fatores genéticos e ambientais), maior a tendência em aproximar os resultados dos ensaios clínicos da população como um todo.

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Coronavac Butantan – Pacientes (aprovada em 22.01.2021)

A vacina AstraZeneca foi desenvolvida pelo grupo farmacêutico britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford. Apesar da autorização e transferência da tecnologia à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, os imunizantes a serem utilizados no Brasil, em breve, prevê uma possível importação de duas milhões de doses trazidas da Índia.

COMO ESSA VACINA ATUA NO ORGANISMO?

A vacina britânica Oxford-Astrazeneca utiliza uma tecnologia biomolecular baseada no chamado “vetor viral”, que consiste na utilização de um vírus modificado para estimular o sistema imunológico na produção de anticorpos contra o novo coronavírus. Na fabricação da vacina, uma espécie de vírus enfraquecido (adenovírus ChAdOx1), conhecido por causar gripe comum em chimpanzés, após ser modificado para não se multiplicar, carrega parte do material genético do SARS-CoV-2 responsável pela produção de uma proteína (“Spike”) que auxilia o vírus da COVID-19 a invadir as células humanas. Assim, após a vacinação, o adenovírus começa a produzir essa proteína Spike, ensinando o sistema imunológico humano que toda partícula com essa proteína deve ser destruída. Assim, após a imunização adequada (2 doses do mesmo fabricante e com intervalo de 12 semanas entre as aplicações) o sistema imune do nosso organismo torna-se capaz de reconhecer e atacar rapidamente o coronavírus, caso seja infectado.

A vacinação está indicada somente às pessoas a partir de 18 anos e, após a aplicação de cada uma das doses da vacina deve-se evitar a doação de sangue por 7 dias.

ATENÇÃO: mesmo com o esquema vacinal completo (2 doses) contra o coronavirus, deve-se manter os cuidados referentes à prevenção da doença.

OUTROS DADOS SOBRE A VACINA

A eficácia geral apresentada pela AstraZeneca para a vacina nos testes foi de cerca de 70% (entre 62% e 90%), após a aplicação das duas doses. Sendo assim, apresentou resultado satisfatório (acima dos 50% exigidos pela ANVISA) e também tem grande potencial de redução do número de internações pela doença, o que promete reduzir consideravelmente a taxa de ocupação do Sistema Único de Saúde.

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AstraZeneca

De acordo com os estudos publicados pela Pfizer-BioNTech sobre a vacina “Comirnaty”, verificou-se uma eficácia de 95% na prevenção contra a COVID-19, após a aplicação das duas doses. Além disso, um outro dado importante é o seu potencial em reduzir o número de internações hospitalares, visto que, assim como a Coronavac e AstraZeneca/Oxford, também mostrou-se capaz de reduzir significativamente o número de internações hospitalares ao reduzir a probabilidade de evoluir para quadros moderados e graves da doença.

A eficácia da vacina indica a capacidade do imunizante em conferir proteção imunológica a um determinado agente, no caso, o vírus SARS-CoV-2. O termo é utilizado quando falamos da fase 3 dos ensaios clínicos, ou seja, para fazer referência ao percentual de pessoas vacinadas, nas condições controladas do estudo, que adquiriram imunidade ao vírus.

COMO A VACINA DA PFIZER ATUA NO ORGANISMO?

Diferentemente da Coronavac, que utiliza o vírus inativado em sua composição, e do imunizante da AstraZeneca/Oxford, que utiliza o chamado “vetor viral”, a vacina da Pfizer/BioNtech utiliza outra biotecnologia: o mRNA (RNA mensageiro).

O RNA mensageiro é o nome dado a um conjunto de material genético (semelhante ao nosso DNA) responsável por informar (“mensageiro”) ao corpo como e quais proteínas devem ser produzidas pelo nosso organismo. Ou seja, todas as proteínas presentes no nosso corpo receberam, em algum momento de seu desenvolvimento, uma “mensagem” contendo um código para que o organismo traduzisse para a produção de uma proteína específica. Partindo desse conceito, os pesquisadores desenvolveram uma vacina contendo uma quantidade suficiente de “mensagens” para que o nosso corpo seja capaz de produzir as proteínas “spike”, responsável por formar a coroa do coronavírus.

Além da vantagem de informar diretamente o organismo para a produção dessas proteínas “spike”, a vacina também garante que não existe a menor possibilidade de causar a própria COVID-19, pois ela não contém o vírus, nem mesmo em sua forma atenuada. Apenas o material genético específico (RNA mensageiro) para a produção da proteína que é injetado pela vacina.

Assim, ao estimular a produção dessas proteínas “spike”, o sistema imunológico passará a produzir anticorpos que, ao reconhecer tais proteínas, conseguem ativar uma resposta imune que resultará na destruição do coronavírus. Assim, ao ser exposto ao vírus, após a imunização completa (duas doses e tempo adequado após a segunda dose), o corpo reconhecerá essa proteína e então saberá como combatê-lo de maneira eficaz.

VOCÊ SABIA? A vacina da Pfizer-BioNTech, utilizada em 90 países, é o segundo imunizante mais aplicado em todo o mundo, estando atrás somente da vacina da AstraZeneca/Oxford.

ORIENTAÇÕS SOBRE A NOVA VACINA

Quais são as indicações da vacina?

A Comirnaty está indicada para toda a população, a partir dos 18 (dezesseis) anos, para prevenir a doença COVID-19 provocada pelo vírus SARS-CoV-2.

Quando não devo vacinar?

Pessoas com hipersensibilidade a algum de seus componentes;

Pessoas em imunossupressão;

Pessoas em tratamento contra o câncer;

Pessoas com febre ou com alguma doença em atividade;

Recomendação: cura ou estabilização da doença em atividade antes de receber a vacina.

Pessoas com infecção ativa da COVID-19 (Resultado positivo pelo RT-PCR);

Recomendação (casos leves ou moderados): após a resolução da fase aguda da doença, deve-se aguardar o isolamento doméstico, além de um intervalo de 30 dias antes de receber a vacina;

Recomendação (casos moderados ou graves, que exigem internação hospitalar): seguir as recomendações após a alta-hospitalar.

Quais são os possíveis efeitos adversos da vacina?

Reações muito comuns (10%): dor e inchaço no local de injeção, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, dor nas articulações, calafrios e febre.

Reações comuns (entre 1% a 10%): vermelhidão no local de injeção e náusea.

Reações incomuns (entre 0,1 a 1%): sensação de mal estar, dor nos membros, insônia e coceira no local de injeção.

Outras (raras, muito raras, desconhecidas): reação alérgica grave (anafilaxia), hipersensibilidade, diarreia, vômito, dor nas extremidades.

QUAIS O INTERVALO ENTRE AS DOSES?

O Ministério da Saúde (Brasil) recomenda um intervalo de 12 SEMANAS.

Quanto tempo, após a segunda dose, estou imunizado(a)?

Após a 2ª dose, deve-se aguardar pelo menos 7 (sete) dias para estar imunizado(a).

A VACINA E A EFICÁCIA CONTRA AS VARIANTES

A vacina da Pfizer-BioNTech também é eficaz contra as variantes do coronavírus?

Primeiramente, é importante ter conhecimento de que já existem mais de mil variantes do coronavírus registradas em todo o mundo, mas apenas três delas são as mais divulgadas, as chamadas VOC (Variant of concern – “variante de preocupação”): B.1.351 (África do Sul), B.1.1.7 (Reino Unido) e a P.1 (Manaus, Brasil).

Apesar de alguns estudos indicarem, em periódicos como a New England Journal of Medicine e Nature, para uma eficácia suficiente às principais variantes, já se observa uma redução da eficácia, sobretudo em relação à P1.

Após receber a vacina, estou completamente imune à COVID-19?

Infelizmente, essa pergunta ainda persiste no mundo todo e, por conta disso, não devemos deixar de manter os cuidados habituais de prevenção (máscara, higienização das mãos com álcool em gel ou água e sabão, desinfecção de superfícies e distanciamento social). Dentre os diversos fatores que impossibilitam que façamos qualquer afirmação sobre a persistência dessa imunidade, vale a pena destacar a principal delas: as vacinas são altamente específicas à doença, ou seja, a cada nova mutação do coronavírus, novos estudos devem ser iniciados para a verificação da eficácia do imunizante sobre a nova variante. Sendo assim, a cada nova mutação, há um novo risco de desenvolver a doença, até mesmo de maneira mais grave e até letal, mesmo estando vacinado.

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ComirnatyPfizerBiontech

Popularmente conhecida como a vacina Janssen (da norte-americana Johnson & Johnson), se dá pela sua aplicação favorável em cenários como a pandemia: a imunização ocorre com apenas UMA DOSE e pode ser armazenada em temperaturas de fácil transporte (2 a 8ºC).

SEGURANÇA E EFICÁCIA DA VACINA

Assim como os demais imunizantes (Coronavac, AstraZeneca/Oxford e Comirnaty/Pfizer), a vacina da Janssen foi aprovada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e, portanto, apresenta resultados garantidos quanto a sua eficácia na imunização contra a COVID-19, sem oferecer riscos à saúde pela sua comprovada segurança em sua aplicação.

Quando falamos na seguraça de uma vacina, o objetivo é garantir que a vacina não traga riscos à saúde. Por isso, a segurança da vacina é avaliada durante toda a fase clínica do estudo, principalmente em sua primeira fase, onde o número de participantes é reduzido.

De acordo com os estudos clínicos publicados pela Janssen sobre a vacina Ad26.COV2.S, verificou-se a eficácia global de 66,9% na prevenção contra a COVID-19, após 14 dias da aplicação do imunizante. No estudo, também verificou-se que nenhum dos pacientes imunizados necessitaram de hospitalização, apresentando eficácia ainda maior na prevenção de casos graves.

A eficácia da vacina indica a capacidade do imunizante em conferir proteção imunológica a um determinado agente, no caso, o vírus SARS-CoV-2. O termo é utilizado quando falamos da fase 3 dos ensaios clínicos, ou seja, para fazer referência ao percentual de pessoas vacinadas, nas condições controladas do estudo, que adquiriram imunidade ao vírus.

COMO A VACINA DA JANSSEN ATUA NO ORGANISMO?

Assim como o imunizante da AstraZeneca/Oxford, a vacina da Janssen também utiliza o chamado “vetor viral” como forma de criar a imunidade.

A vacina Janssen utiliza uma tecnologia biomolecular baseada no chamado “vetor viral”, que consiste na utilização de um vírus modificado para estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos contra o novo coronavírus. Durante o processo de fabricação da vacina, uma espécie de vírus “enfraquecido” (adenovírus tipo 26 humano não replicante – Ad26), após ser modificado para não se multiplicar (tornando-o não replicante), carrega parte do material genético do SARS-CoV-2 responsável pela produção de uma proteína (proteína S – “Spike”) que auxilia o vírus da COVID-19 a invadir as células humanas. Assim, após a vacinação, o adenovírus começa a produzir essa proteína Spike, ensinando o sistema imunológico humano que toda partícula com essa proteína deve ser destruída. Assim, após a imunização adequada (14 dias após a dose única) o nosso sistema imunológico torna-se capaz de reconhecer e atacar rapidamente o coronavírus, caso seja infectado.

A imunização feita com a vacina Janssen ocorre com apenas uma dose, pois verificou-se a obtenção de eficácia suficiente ao uso emergencial na atual pandemia.

ORIENTAÇÕS SOBRE A NOVA VACINA

Quais são as indicações da vacina?

A vacina da Janssen está indicada para toda a população, a partir dos 18 (dezoito) anos, para prevenir a doença COVID-19 provocada pelo vírus SARS-CoV-2.

QUANDO NÃO DEVO VACINAR?

Pessoas com hipersensibilidade a algum de seus componentes;

Antes de receber a vacina, informe sobre sua condição médica:

Qualquer tipo de alergia;

Febre ou alguma doença em atividade;

Presença de disfunções hemorrágicas ou em uso de anticoagulante;

Comprometimento imunológico ou em terapia de imunossupressão;

Pessoas em tratamento contra o câncer;

Gestantes ou que planejam engravidar;

Amamentação.

QUAIS OS POSSÍVEIS EFEITOS ADVERSOS DA VACINA?

Reações locais: dor, vermelhidão e inchaço;

Reações gerais: fadiga, dor de cabeça, dores musculares, febre, calafrios e náuseas.

Reações raras que necessitam de acompanhamento médico:

Reação alérgica grave (principais sinais: dificuldade para respirar, inchaço no rosto ou garganta, batimentos cardíacos acelerados, manchas na pele espalhadas pelo corpo, tontura e fraqueza);

Trombose (principais sinais: falta de ar, dores no peito, inchaço nas pernas, dores abdominais contínuas, dores fortes e contínuas de cabeça ou visão embaçada, hematomas ou pequenas marcas de sangue sob a pele na região da injeção).

APÓS RECEBER A VACINA QUANDO ESTAREI IMUNIZADO(A)?

Após 14 (quatorze) dias da dose única.

A VACINA E A EFICÁCIA CONTRA AS VARIANTES

A vacina da Janssen também é eficaz contra as variantes do coronavírus?

Apesar de alguns estudos indicarem a eficácia, ainda que reduzida, quanto a proteção contra as variantes B.1.351 (África do Sul), B.1.1.7 (Reino Unido) e P.1 (Manaus, Brasil), diversos pesquisas ainda estão em andamento, sobretudo em relação a B.1.617 (variante indiana).

Após receber a vacina, estou completamente imune à COVID-19?

Infelizmente, essa pergunta ainda persiste no mundo todo e, por conta disso, não devemos deixar de manter os cuidados habituais de prevenção (máscara, higienização das mãos com álcool em gel ou água e sabão, desinfecção de superfícies e distanciamento social). Dentre os diversos fatores que impossibilitam que façamos qualquer afirmação sobre a persistência dessa imunidade, vale a pena destacar a principal delas: as vacinas são altamente específicas à doença, ou seja, a cada nova mutação do coronavírus, novos estudos devem ser iniciados para a verificação da eficácia do imunizante sobre a nova variante. Sendo assim, a cada nova mutação, há um novo risco de desenvolver a doença, até mesmo de maneira mais grave e até letal, mesmo estando vacinado.

BULA COMPLETA NO LINK ABAIXO

Janssen

DOSES RECEBIDAS/ ADQUIRIDAS

Doses recebidas/adquiridasDataFabricante
519/01/2021CoronaVac
2025/01/2021AstraZeneca
3501/02/2021CoronaVac
6008/02/2021CoronaVac
4025/02/2021AstraZeneca
4025/02/2021CoronaVac
6011/03/2021CoronaVac
10018/03/2021CoronaVac
2023/03/2021AstraZeneca
7023/03/2021CoronaVac
4026/03/2021CoronaVac
5026/03/2021AstraZeneca
1002/04/2021AstraZeneca
18002/04/2021CoronaVac
4009/04/2021CoronaVac
5509/04/2021AstraZeneca
4016/04/2021CoronaVac
8516/04/2021AstraZeneca
1023/04/2021CoronaVac
6023/04/2021AstraZeneca
10030/04/2021AstraZeneca
1004/05/2021CoronaVac
13004/05/2021AstraZeneca
1010/05/2021CoronaVac
3014/05/2021CoronaVac
4014/05/2021AstraZeneca
6019/05/2021CoronaVac
3624/05/2021Pfizer
12527/05/2021AstraZeneca
1204/06/2021Pfizer
13004/06/2021AstraZeneca
4810/06/2021Pfizer
7010/06/2021AstraZeneca
2011/06/2021AstraZeneca
5016/06/2021AstraZeneca
3618/06/2021Pfizer
6524/06/2021AstraZeneca
2025/06/2021CoronaVac
3025/06/2021Janssen
4825/06/2021Pfizer
12529/06/2021AstraZeneca
2401/07/2021Pfizer
9001/07/2021AstraZeneca
4805/07/2021Pfizer
5005/07/2021Janssen
1009/07/2021CoronaVac
4209/07/2021Pfizer
2014/07/2021CoronaVac
10014/07/2021AstraZeneca
16516/07/2021AstraZeneca
1021/07/2021CoronaVac
1221/07/2021Pfizer
2021/07/2021AstraZeneca
6021/07/2021AstraZeneca
3029/07/2021CoronaVac
5429/07/2021Pfizer
3003/08/2021AstraZeneca
4803/08/2021Pfizer
6503/08/2021AstraZeneca
2405/08/2021Pfizer
2010/08/2021AstraZeneca
3010/08/2021AstraZeneca
3610/08/2021Pfizer
1011/08/2021CoronaVac
3611/08/2021Pfizer
1013/08/2021CoronaVac
2413/08/2021Pfizer
1216/08/2021Pfizer
2016/08/2021CoronaVac
4818/08/2021Pfizer
9518/08/2021AstraZeneca
1821/08/2021Pfizer
2021/08/2021CoronaVac
6624/08/2021Pfizer
70CoronaVac
80AstraZeneca
20CoronaVac
6027/08/2021Pfizer
2431/08/2021Pfizer
2531/08/2021AstraZeneca

INSUMOS PARA VACINAÇÃO COVID

INSUMO QUANTIDADE DATA RECEBIMENTO FONTE
SERINGA ESTERIL DESCART. – 3ML C/AG 25X6 10 UNID 21/01/2021 6ª CRS
SERINGA ESTERIL DESCART. – 3ML C/AG 25X6 300 UNID 17/02/2021 6ª CRS
AGULHA HIPODERMICA EM AÇO INOX SILICONIZADO PONTA BISEL CURTO TRIFACETADO – 23GX1 100 UNID 19/03/2021 6ª CRS
SERINGA DESCARTÁVEL SEM AGULHA 3 ML – BICO LUER LOCK 100 UNID 19/03/2021 6ª CRS
AGULHA HIPODERMICA EM AÇO INOX SILICONIZADO PONTA BISEL CURTO TRIFACETADO – 22GX1 140 UNID 25/03/2021 6ª CRS
SERINGA DESCARTÁVEL SEM AGULHA 3 ML – BICO LUER LOCK 140 UNID 25/03/2021 6ª CRS
SERINGA ESTERIL DESCART. – 3ML C/AG 20X5,5 80 UNID 06/04/2021 6ª CRS
SERINGA ESTERIL DESCART. – 3ML C/AG 25X6 800 UNID 06/04/2021 6ª CRS
SERINGA ESTERIL DESCART. – 3ML C/AG 20X5,5 150 UNID 23/04/2021 6ª CRS
SERINGA ESTERIL DESCART. – 3ML C/AG 25X6 500 UNID 23/04/2021 6ª CRS
SERINGA ESTERIL DESCART. – 3ML C/AG 25X6 400 UNID 06/05/2021 6ª CRS
SERINGA ESTERIL DESCART. – 1 ML C\AG 23GX1 36 UNID 21/05/2021 6ª CRS
SERINGA DESCARTAVEL COM AGULHA 3 ML LUER SLIP – 23GX1 800 UNID 31/05/2021 6ª CRS
SERINGA ESTERIL DESCART. – 1 ML C\AG 23GX1 12 UNID 04/06/2021 6ª CRS
AGULHA HIPODERMICA EM AÇO INOX SILICONIZADO PONTA BISEL CURTO TRIFACETADO – 23GX1 48 UNID 16/06/2021 6ª CRS
SERINGA DESCARTÁVEL SEM AGULHA 1 ML – BICO LUER SLIP 48 UNID 16/06/2021 6ª CRS
AGULHA HIPODERMICA EM AÇO INOX SILICONIZADO PONTA BISEL CURTO TRIFACETADO – 23GX1 36 UNID 18/06/2021 6ª CRS
SERINGA DESCARTÁVEL SEM AGULHA 1 ML – BICO LUER SLIP 36 UNID 18/06/2021 6ª CRS
AGULHA HIPODERMICA EM AÇO INOX SILICONIZADO PONTA BISEL CURTO TRIFACETADO – 22GX1 48 UNID 24/06/2021 6ª CRS
SERINGA DESCARTÁVEL SEM AGULHA 1 ML – BICO LUER SLIP 48 UNID 24/06/2021 6ª CRS
SERINGA ESTERIL DESCART. – 1 ML C\AG 23GX1 24 UNID 01/07/2021 6ª CRS
AGULHA HIPODERMICA EM AÇO INOX SILICONIZADO PONTA BISEL CURTO TRIFACETADO – 22GX1 48 UNID 05/07/2021 6ª CRS
SERINGA DESCARTÁVEL SEM AGULHA 1 ML – BICO LUER SLIP 48 UNID 05/07/2021 6ª CRS
SERINGA ESTERIL DESCART. – 3ML C/AG 25X6 700 UNID 09/07/2021 6ª CRS
SERINGA DESCARTAVEL COM AGULHA 3 ML LUER SLIP – 23GX1 400 UNID 09/07/2021 6ª CRS
SERINGA ESTERIL DESCART. – 1 ML C\AG 23GX1 42 UNID 09/07/2021 6ª CRS
AGULHA HIPODERMICA EM AÇO INOX SILICONIZADO PONTA BISEL CURTO TRIFACETADO – 23GX1 12 UNID 21/07/2021 6ª CRS
SERINGA DESCARTÁVEL SEM AGULHA 1 ML – BICO LUER SLIP 12 UNID 21/07/2021 6ª CRS
AGULHA HIPODERMICA EM AÇO INOX SILICONIZADO PONTA BISEL CURTO TRIFACETADO – 22GX1 54 UNID 29/07/2021 6ª CRS
SERINGA DESCARTÁVEL SEM AGULHA 1 ML – BICO LUER SLIP 54 UNID 29/07/2021 6ª CRS
AGULHA HIPODERMICA EM AÇO INOX SILICONIZADO PONTA BISEL CURTO TRIFACETADO – 22GX1 48 UNID 03/08/2021 6ª CRS
SERINGA DESCARTÁVEL SEM AGULHA 1 ML – BICO LUER SLIP 48 UNID 03/08/2021 6ª CRS
AGULHA HIPODERMICA EM AÇO INOX SILICONIZADO PONTA BISEL CURTO TRIFACETADO – 23GX1 24 UNID 06/08/2021 6ª CRS
SERINGA DESCARTÁVEL SEM AGULHA 1 ML – BICO LUER SLIP 24 UNID 06/08/2021 6ª CRS
SERINGA ESTERIL DESCART. – 3ML C/AG 25X6 72 UNID 11/08/2021 6ª CRS
SERINGA ESTERIL DESCART. – 3ML C/AG 25X6 370 UNID 12/08/2021 6ª CRS
SERINGA ESTERIL DESCART. – 3ML C/AG 25X6 24 UNID 13/08/2021 6ª CRS

Atualizado em 24/08/21.

INSUMOS PARA ENFRENTAMENTO COVID

 

 

INSUMOS PARA ENFRENTAMENTO COVID

 

 

 

 

DENÚNCIA "FURA FILAS"

Para coibir que pessoas fora dos grupos prioritários da campanha de vacinação contra a Covid-19 sejam vacinados indevidamente, a Secretaria da Saúde de Ernestina informa o local para denúncias de possíveis “fura-filas” da vacina.

A denúncia pode ser realizada através do Sistema Informatizado de Ouvidoria do Poder Executivo.

O acesso também pode ser realizado pessoalmente, junto a ouvidoria, no Centro Administrativo Municipal, ou pelo telefone.

O nome do denunciante é resguardado.

Depois da denúncia, abre-se um processo de apuração da possível irregularidade.

Quem tomar a vacina e não estiver em algum dos grupos de risco com prioridade para a imunização e também quem autorizou a aplicação irregular poderão responder por crime, improbidade administrativa ou dano moral coletivo, tanto nas esferas cívil ou criminal.

Ernestina/RS
Rua Júlio dos Santos, 2021 - CEP: 99140-000
Telefone: (54) 3378-1105
E-mail: gabinete@pmernestina.rs.gov.br
Expediente:
8:00 às 11:30 e 13:30 às 17:30